Cuidar com dignidade
Uma homenagem a todos os velhinhos que merecem ser tratados com respeito, amor e dignidade.
Conhecer a nossa históriaA Nossa História
Este projeto surge em 2024, é uma homenagem ao meu Pai e a todos os velhinhos, que passam por situações desumanas. Uma história dolorosa e comovente emergiu, delineando os desafios enfrentados por muitos idosos no sistema de cuidados de saúde atual.
Porque a injustiça não pode ser silenciada. E o amor e cuidado pelos mais velhos não podem ser negligenciados em prol da eficiência burocrática.
Com amor e dignidade
Diante de sofrimentos irremediáveis e terríveis, que infelizmente existem, diante de uma degradação física, a jornada para o fim deverá ser feita com serenidade, afeto, conforto, amor — o que na maioria das vezes não acontece.
A caminhada para o percurso final deve ser vista com respeito e dignidade. É importante que todos nós, em particular os profissionais, familiares e cuidadores, caminhemos juntos, para acabar com o abuso e a negligência.
"Frio é sempre frio, dor é sempre dor, morte é sempre morte, mas com respeito, carinho, dignidade e amor, chega-se à morte a sorrir."
Como Podemos Ajudar
Há quem tenha e não precise. Conectamos pessoas que disponibilizam produtos e equipamentos com quem deles necessita, evitando desperdícios e ajudando quem mais precisa.
Reunimos cuidadores voluntários e profissionais dispostos a ajudar idosos e famílias que precisam de apoio no dia a dia, criando uma rede de solidariedade.
Apoiamos o acesso a cuidados de saúde dignos para os nossos velhinhos, defendendo os seus direitos e ajudando a navegar num sistema muitas vezes complexo.
Quem Somos
A perceção que a sociedade tem dos velhinhos é frequentemente a de uma pessoa pela qual não há mais o que fazer, ou que não precisa da mesma atenção e assistência que os mais jovens. Muitas vezes os velhinhos têm medo de perder o pouco apoio que ainda têm, sentem vergonha e humilhação, e continuam a sofrer no silêncio.
Juntos, podemos dar aos velhinhos a confiança necessária para fazer esta caminhada. Apoiar o direito dos velhinhos a fazer as suas escolhas e, se possível, tomar decisões — muitas vezes empurrados, abusados e atropelados nos seus direitos.
Afinal de contas, novos ou velhos, magros ou gordos, pretos ou brancos, são seres humanos e devem ser tratados como tal!
Vamos cuidar dos nossos velhinhos!
Presença
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